Criado com finalidade de postar trabalhos realizados no curso de graduação em artes visuais
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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Robert Morris
1931 - nasceu na cidade de Kansas, é considerado um dos criadores do Minimalismo, mas ele também fez contribuições importantes para o desenvolvimento da performance art, land art, arte do processo de circulação e instalação de arte. Iniciou-se nas artes como pintor, influenciado pelo expressionismo abstrato.
1960 - Mudou-se para Nova York. Morris estava sendo destaque no fim da década de 1960, em mostra do museu na América, mas sua obra e escritos atraíram críticas de Clement Greenberg. Sua obra obteve maior escala, tendo a maioria do espaço da galeria com a série de unidades modulares.
1963 - Realizou uma exposição de esculturas já na nova cidade.
1964 - Realizou uma exposição de esculturas na Green Galery, em Nova York que foi escrita por Donald Judd. Planejou e executou duas obras em que ele sincroniza os lábios a uma leitura de um ensaio de Erwin Panofsky e com Carolee Schneemann.
1966 – Ele exibiu duas vigas L na exposição “Estruturas primárias” no Museu Judaico de Nova York.
1967 - Criou o steam, uma parte inicial da land art.
1970 - Mudou para o trabalho figurativo, movimento este que surpreendeu muitos de seus apoiantes.
1971 - Desenhou uma exposição para a Tate Galery, em que sua escultura com rampas e cubos tomou quase toda a galeria. Ele publicou uma foto de si mesmo vestido de S & M artes em um anúncio na revista Artforum, semelhante a uma publicada por Lynda Benglis, com quem Morris havia colaborado em vários vídeos. Também em 1971, o Observatory Robert Morris, na Holanda, um "Stonehenge moderno", que identifica os solstícios e os equinócios.
1974 - Robert Morris anunciou a sua exposição na Galeria Castelli com um cartaz que mostra o torso nu em roupagem sado masoquista. Sua arte foi profundamente Teatral se analisarmos as múltiplas linguagens e seus entrelaçamentos na construção da obra. Inconformado com a cobrança de originalidade e nada convencional, Robert Morris é um dos artistas mais particularizados da Arte Contemporânea no EUA.
1974 - Robert Morris anunciou a sua exposição na Galeria Castelli com um cartaz que mostra o torso nu em roupagem sado masoquista. Sua arte foi profundamente Teatral se analisarmos as múltiplas linguagens e seus entrelaçamentos na construção da obra. Inconformado com a cobrança de originalidade e nada convencional, Robert Morris é um dos artistas mais particularizados da Arte Contemporânea no EUA.
1990 - Retornou ao seu trabalho inicial, supervisionando reconstruções e instalações de peças perdidas.
Morris possui vasta experiência com performances e instalações. Seus labirintos revolucionaram a arte de fazer com que observadores participassem da obra, movendo-se através dos percursos estabelecidos por ele. O trabalho recorre às formas e estruturas simples para incentivar a reflexão do público. Ele atualmente vive e trabalha em Nova York.
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segunda-feira, 7 de outubro de 2013
A Evolução da Educação VIII - Idade Média
O educando deveria ser um elemento ativo e participante.
As escolas monásticas foram as mais desenvolvidas da Idade Média. Com Carlos Magno, houve a reestruturação do ensino, tanto superior quanto elementar, sendo especificado que cada mosteiro tivesse a sua escola para que os meninos recebessem o ensinamento dos salmos, dos cantos, da música, da gramática e da aritmética. Também nessa fase ocorreu o desenvolvimento do ensino secundário.
AIdade Média destacou-se também pela reunião de pessoas que possuiam o mesmo propósito, gerando os grêmios e outros serviçoes, nos quais os filhos dos associados eram ensinados visando à aquisição dos conhecimentos técnicos, industrial e comercial.
Outra caracteristica importante do período foi a Escolástica, forma de vida intelectual que floresceu entre os séculos XI e XVI, retratada mais como um método de estudo do que como uma doutrina e marcada pela utilização da lógica e da dialética. Dentre os estudiosos que mais se destacaram está São Tomás de Aquino. demonstrando que o ensino não era mais uma mera transfusão de conhecimentos da mente do professor para o aluno, e que a ciência podia ser obtida pela propria vontade do aluno e pela ajuda externa do professor.
Na metade do século XII, por meio da Escolástica, foi gerada uma mudança essencial: o surgimento das universidades. No século XIII, surgiram as escolas árabes (fundação de bibliotecas, geração dos algarismos etc.)e as escolas para o povo (escolas paroquiais e escolas das corporações)
A Evolução da Educação VII - Roma
A educação romana, como na Grécia, começava nos lares e visava à elaboração da consciência moral do indivíduo. Quando o filho completava 15 anos, deveria seguir o pai na vida civil,e as moças ficavam sob a vigilância da mãe, aprendendo as tarefas domésticas.
Como a educação era familiar e comunitária,, a escola possuía papel secundário, visando à consciência moral do indivíduo. Conforme a sociedade se desenvolveu, apareceram as primeiras escolas elementares chamadas "ludi".
Mas quando o Estado foi inventado, houve uma melhora na educação. As escolas se tornaram particulares e ensinavam leitura, escrita e noções de cálculos. Os castigos corporais existiam para impor a disciplina, e a educação física servia para preparar os alunos para a vida de soldado. São geradas duas correntes: uma que visava ao trabalho e outra que visava aos livros, indicando já naquela época uma visão elitista na educação, pois a primeira destinava-se aos filhos de escravos, servos, trabalhadores e artesãos, e a segunda, aos filhos dos senhores e funcionários do Estado.
Quando os romanos conquistaram a Grécia, a cultura e a educação gregas haviam se espalhado pelo mundo. Durante o século II a.C., educadores surgiram e se ampliaram em número, divulgando seu trabalho; já no século II d. C., surgiram as escolas secundárias, as denominadas escolas de gramática, que ensinavam as línguas grega e latina. A matemática e a música também eram ensinadas. A declamação (expressão correta dos sentidos) e a escola de retórica desenvolviam os dotes dos oradores, extremamente valorizados na civilização romana.
Paulatinamente, uma teoria pedagógica foi sendo construída. No império, o Estado começou a administrar as escolas elementares visando aos mais carentes. Nesse período, nem todas as cidades possuíam escolas. Vários educadores se destacaram em Roma, como Sêneca e Quintiliano.
Aeducação durante a época do Cristianismo teve como referência o próprio Cristo, pois ele era o pedagogo ideal e único, ensinando por meio de parábolas e de alegorias.
Em relação à instrução ocidental, a dificuldade dos jovens de frequentar as escolas era constante, mas a maioria dos filósofos encorajava o estudo da literatura e da filosofia e as escolas eram contra a pregação do Evangelho.
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
A Evolução da Educação VI - Grécia
Grécia
A educação era direcionada para desenvolver a personalidade e a liberdade do individuo.
Além de ser separada do elemento religioso e do ambiente estético e filosófico, possuia a hegemonia da cultura grega. A educação na Grécia pressupunha a dimensão ética e artística e visava à transmissão, de gerassão das crenças, valores e habilidades do indivíduo. Trabalhava o aluno por meio de uma renovação dos métodos educacionais com ênfase na oratória, na qual o cidadão incorporava a cultura da cidade gerando um homem livre, sábio e sempre em processo de mudança. Esse tipo de educação não priorizava a criança, mas sim, o adulto que ela se tornaria, enfatizando o papel do cidadão na comunidade.
Os gregos não tinham educação técnica para dispor aos estudantes o ensino de uma profissão especifica.
Educação Espartana
Em Esparta, era a mãe que se responsabilizava pelo menino até os sete anos, depois ele entrava em uma escola pública e obrigatória, onde lhe era ensinada a educação militar. Eles ficavam em quartéis muito grandes, não possuindo nenhum conforto, e o treino para a guerra começava quando eles completavam 18 anos. Aos 30 anos, uniam-se aos serviços públicos e militares. Essa educação era dominada integralmente pela definição de hegemonia do Estado sobre o individuo e tinha como fim a perfeição física. Os alunos aprendiam também música e os cantos marciais. Havia nesse tipo de educação o mínimo de intelectualidade e estética, pois o estudo da linguagem e uma formação moral elevada era da responsabilidade de jovens instrutores. Para as meninas e as moças, o ensino era também obrigatório e a dança e os exercícios físicos predominavam.
Educação Ateniense
Em Atenas, a educação apresentava uma visão oposta à de Esparta. Seu legislador foi Sólon, que tinha como objetivo a instrução da juventude como tarefa especial do Estado, sendo ela obrigatória, mas sempre visando a um ambiente libertário. As cidades-estado desenvolveram-se conforme um ideal de constituição completa do homem, pondo na mesma dimensão a educação física e a intelectual. Nem as escolas nem os alunos eram controlados pelo governo, e os meninos entravam na escola com seis anos e eram confiados a escravos de confiança, que lhes ensinavam aritimética, literatura, escrita, educação física e música.
Os meninos que pertenciam a classes sociais mais baixas deixavam a escola para trabaçhar na agricultura ou aprender um oficio, mas os de classe alta continuavam nas escolas para adquirir uma educação secundária elementar. Nesse tipo de educação, a intervenção do Estado ocorria de forma mais direta, principalmente quanto ao número de alunos e o tempo de permanência deles na escola.
O progresso da Ciência propiciou a avanço da educação secundária, colocando em seu conteúdo os ensinamentos de astronomia e da matemática, sendo também introduzidas bibliotecas e salas de estudo. No chamado "Século de Péricles", transformações influentes aconteceram, tais como o aparecimento dos sofistas - professores ambulantes que iam de uma cidade a outra para ensinar ciências e artes, destacando-se Sócrates.
Quando Atenas foi derrotada por Esparta, não só a educação ateniense foi abalada, mas também sua hegemonia.
Os pensadores Sócrates, Platão e Aristóteles tiveram grande importância no desenvolvimento da educação grega e influenciaram as teorias educacionais de todos os séculos.
A partir desses filósofos surgiram muitos outros, e também houve a criação da Biblioteca de Alexandria, que tinha em seu acervo cerca de 700 mil livros. Também foram criadas as escolas de retórica e as escolas filosóficas.
Vigotsky
Vigotsky já alertava para a diferença entre sentido e significado como relação à compreensão e ao uso da lingua falada diferendiando o significado geral compartilhado coletivamente pelos falantes de uma lingua e o sentido pessoal que cada falante atribuiu e cria individualmente.
"A neutralidade é ainda mais problematica pois é impossivel ao sujeito que descreve uma objetividade que emuddeça as paçavras com que descreve o que observou"
"A neutralidade é ainda mais problematica pois é impossivel ao sujeito que descreve uma objetividade que emuddeça as paçavras com que descreve o que observou"
Dadaismo
Dadaismo - Surgiu na Europa em 1916, e teve como principal característica a ruptura com as formas de arte tradicionais, tendo tido um forte conteúdo anárquico. O termo Dadaísmo deriva de um termo inglês infantil: dadá (brinquedo, cavalo de pau), o que indica uma escolha aleatória do termo para nomear o movimento, princípio central da criação para os dadaístas. O dadaísmo não defende um estilo específico, sendo contrário a objetos prédefinidos, defende o absurdo a falta de sentido, a incoerência e a improvisação, e protestava contra a loucura da guerra.
Em suas obras, os artistas lançavam mão de objetos comuns do cotidiano, sons fotografias, poesia musica e jornais e os apresentavam de uma nova forma dentro de um contexto artístico. Possuíam caráter pessimista e ironizavam em relação aos acontecimentos políticos do mundo
Marcel Duchamp foi um dos principais representantes do dadaísmo alem de Hans Arp, Francis Picabia, Guillaume Apollinaire e Hugo Ball dentre outros.
O termo readymade é a principio uma negativa a toda e qualquer técnica artística, desde as tradicionais às mais inovadas, uma vez que se trata de apropriar-se do que já está pronto. Foi criado por Marcel Duchamp (1887-1968), para designar seu primeiro trabalho que se trata de uma roda de bicicleta sobre um banquinho.
A proposta do readymade consiste em utilizar elementos do cotidiano com a intenção de romper com todas as características do passado, num ato de protesto contra o conceito tradicional de obra de arte produzidos em massa selecionados sem critério estético e exposto como obra de arte em espaços especializados. Para Duchamp qualquer objeto pode ser alçado como arte basta apenas que se atribua a ele uma assinatura como definição de autoria.
terça-feira, 10 de setembro de 2013
A Evolução da Educação V Astecas, Maias e Incas
O estudo religioso, a formação militar e as atividades domésticas prevaleciam nessas culturas.
A educação asteca era composta de duas fases: uma doméstica, bastante austera, com enfoque diferente conforme o sexo;e a outra em escolas públicas (internatos), com diferenças de educação para os sexos e classes sociais. Aos filhos dos nobres, o estudo religioso prevalecia e, à classe média, a instrução militar. Era negado o acesso aos servos e escravos (maioria da população).
A educação maia era análoga à educação asteca, só que de instrução militar não tão rigorosa, começando também no lar e terminando sob a proteção do Estado. Existiam tmbém isntitutos, onde as crianças ficavam internas desde os 12 anos.. Como na educação asteca, um desses institutos era destinado aos filhos dos nobres e outro, aos filhos da classe média. No que se referia à educação feminina, era muito bem cuidada, pois eram as mães que as preparavam.
A educação inca era realizada em estabelecimentos especiais, onde prevaleciam as castass militar e sacerdotal. Essas casas de ensino eram frequentadas por meninos até os 16 anos e lhes eram ensinadas artes de guerra e práticas religiosas, subjugadas à formação guerreira.
Os ensinamentos práticos, como a construção de pontes, estradas etc., não eram oferecidos para todos os alunos. As casas de ensino existiam também para as filhas de nobres, só que o ensinamento era distinto: tecelagem, cerâmica, tarefas domésticas etc., além do ensino de cerimônias religiosas.
O ingresso nessas escolas era proibido aos servos e escravos, que eram a grande parte da população. As filhas dos nobres recebiam uma educaçãointelectual e basicamente religiosaem institutos iguais ao Calmerac; já o segundo instituto Telpochcalli era planejado para quem ia para a guerra, ministrando aos alunos uma instrução rudimentar.
A Evolução da Educação na Antiguidade IV Hebreus
Para os hebreus, a educação era fundamentada integralmente na religião e também os era doméstica, sendo a mãe a responsável.
Na adolescênscia cabia aos pais ensinar aos filhos homens não só uma profissão, mas também a leitura e outros conhecimentos uteis.
A leitura, a escrita e a aritimética, que antes só os ricos aprendiam, passaram a ser ensinadas nas escolas públicas, e o ensino do canto, da musica e outras atividades manuais também eram muito valorizado. Todos sabiam ler e escrever, e a base da instrução eram os livros sagrados. A metodologia do ensinoalicersava-se na repetição e revisão, e foram gerados recursos de memória e procedimentos interessantes para o ensino do alfabeto.
O profeta Samuel formou as Escolas de Profetas, que foram bem desenvolvidas e na cultura hebraica, as Escolas dos Rabinos ensinavam pela leitura e comentário dos textos sagrados.
No ensino superior, houve o desenvolvimento das escolas elementares, que foram dispostas em três classes: 1- para as crianças até os 10 anos onde eram ensinadas a leitura e a escrita; 2- para crianças de 10 a 15 anos onde a formação cívica prevalecia; e 3- para maiores de 15 anos, onde o ensino de ciências naturais era sobressalente.
As escolas públicas tinham por fim proteger e isolar os filhos dos judeus das doutrinas pagãs. Essa forma de educação se apresentava da seguinte maneira: cada cidade e cada aldeia possuiam escolas, que eram frequentadas pelas crianças judias, tendo como alicerce a religião, isto é, eram escolas religiosas onde a educação familiar era continuada e também se destinavam a preparar as crianças para a vida cívica. As turmas não podiam ter mais de 25 alunos e se tivessem o professor deveria possuir assistentes.
A instrução só começou a ser estimulada por meio do contato com os gregos, romanos e depois com os árabes. Após o século X d. C., quando já estavam em contato com o Ocidente, mostravam-se excelentes tradutores das obras árabes para o latim.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
A Evolução da Educação III, Babilõnia, Fenícios e Pércia
Babilônia
Educação da casa para os templos.
Para os povos babilônicos, que se destacavam entre os povos da Mesopotâmia, a educação era essencialmente doméstica, pois eram os pais que passavam os conhecimentos aos filhos.
Mas quando estavam sob o domínio dos assírios, a cultura babilônica ficou subordinada a eles e, no que se referia à educação, a educação familiar deixou de existir, surgindo as escolas públicas criadas nos templos.
Fenícios
Em Cartago, os meninos aprendiam a leitura, a escrita e a aritimética, concomitante com o manejo das armas, além da religião.
Entre os fenícios prevalecia o princípio do servir, e os conhecimentos relacionavam-se com o comércio e a manufatura. Os fenícios aprenderam muito com outros povos, pois. além de serem navegadores, eram muito aplicados no comércio.
Pérsia
O Estado era responsável pela educação formal.
Na Pérsia, o poder religioso foi se isolando paulatinamente do do poder do estado, gerando consequencoas na educação do povo.
Foi criada uma educação nacional, na qual a criança ficava com a família até os seis anos de idade e depois era protegida pelo estado, ficando como interna em uma escola pública para aprender leitura, escrita, moral e religião. Os professores eram selecionados entre os cidadãos de caráter honesto e com mais de 50 anos.
A Evolução da Educação na Antiguidade II Índia
A educação indiana difere da educação chinesa em vários aspectos. Existia o sistema de castas, e a leitura hindu tinha cunho filosófico. As castas eram cinco: a dos sacerdotes (brâmanes), classe dos educadores que também fiscalizavam a legislalção; a dos guerreiros e magistrados (xátrias), classe que podia receber educação, mas poucos se beneficiavamdesse privilégio; a dos mercadores ( vaixás), que, como a classe dos xátrias, podiam receber educação; a dos artesãos (sudras) e a dos servos (párias), que não podiam receber instrução.
A educação era formada sempre de acordo com o trabalho do pai, ocorrendo no seio da familia, exceto para os brâmanes, que estudavam literatura. Os membros dessa casta deviam alcançar alto grau de conhecimento, e os estudos tinham inicio quando a criança completava oito anos; já para a classe dos xátrias, a educação começava aos onze anos, e na classe dos vaixás aos doze.
A doutrina de Siddarta Gautama começou a ser propagada no século V a.C. O budismo proporcionou uma nova visão de munod alterando o sistema de castas. Para Buda, era necessário conseguir a paz perfeita por meio do raciocínio, das aspirações espirituais, do bom falar, do comportamento irrepreensível, da vida honesta etc. Ele mesmo instruia cada criança em particular, e os mais adiantados auxiliavam os mais atrasados, empregando-se o ensino mútuo.
A Evolução da Educação na Antiguidade I China
Desde confúcio, o ensino educacional confunde-se com o ensino ético religioso.
O sistema de educação chinesa permaneceu o mesmo desde Confúcio (551-478 a.C.) até o começo do século XX. Sua organização é dividida em dois sistemas: o das escolas e dos exames, cujas literaturas baseiam-se nos quatro livros e nos cinco clássicos escritos por Confúvio e seus discíplulos, que apresentam textos que englobam assuntos sociais, políticos e morais.
O trabalho da escola era alicerçado na memorização dos textos, depois se teciam os muitos comentários acerca deles e´por fim,, decorava-se o material tal como era escrito. A educação chinesa tinha como metodologia a imitação, pois acreditava-se que só a memória era necess´´aria ao aprendizado. O aluno recitava em voz alta todo o texto como estava escrito, não existindo meios de sair das formas rígidas. Por isso a educação chinesa não se alterou por milenios.
Em quase todas as aldeias existiam as escolas elementares, onde o ensino era realizado desde a manhã até a noite, quase não era interrompido, e também não existiam férias. Os escolares ficavam isolados e não podiam distrair-se com outras funções, muito menos se divertir.
Nos grandes centros existiam também escolas secundárias e superiores, nas quais os estudantes eram preparados para os exames, em três etapas. Nesses exames os alunos tinham de escrever sobre determinados temas extraídos dos escritos sagrados em verswo ou em prosa.
O primeiro exame durava um dia, o segundo durava três dias e o terceiro, três dias. O s alunos que não conseguiam passar do primeiro exame tornavam-se mestres nas escolas das aldeias , já os aprovados no segundo exame exerciam cargos de maoir importancia, e quem conseguisse passar no último exame era admitido na Academia Imperial.
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Um passeio na Prainha de Santo Antonio
terça-feira, 13 de agosto de 2013
A Evolução da Escrita
A Evolução da Escrita
A história do homem começou a ser escrita há pelo menos 3.500 anos antes de Cristo, quando a arte de escrever foi propagada pelo Egito.
Os primeiros documentos de que se tem noticia foram achados na cidade Urik, sul da mesopotâmia.
Os estudos tradicionais consideravam o Egito como berço da escrita (entre o 6º e o 1º milênio a.C.) porem hoje esta claro que a escrita suméria é anterior a esse tempo.
O sistema egípcio caracterizava totalmente a língua falada e refletia realidades abstratas e concretas. Era formado por dois tipos de signos pictogramas (desenhos representando coisas) e fonogramas (desenhos representado sons), exemplificando a disposição intuitiva do ser humano de transmitir pensamentos por meio de símbolos. A leitura era feita da esquerda para a direita ou mesmo da direita para a esquerda.
A escrita também caracterizou outras duas formas: a hierática ou sacerdotal ( usada em papiros religiosos) e a demótica (escrita do povo).
Desde esses tempos a escrita sempre procurou representar de forma explicita a expressão do pensamento humano, que sempre fluiu de maneira elementar, simples e objetiva.
O mais interessante das primeiras escritas é que se adaptam a outras línguas: suméria, acadiana, hitita e persa. Dessa forma, essa escrita cuneiforme propagou-se até o sul da Palestina e o norte da Armênia.
A escrita então foi progredindo, os sinais gráficos desenhados foram aos poucos se simplificando e serviam para transcrever sílabas, independentes do sentido do vocabulário – os considerados grupos fônicos.
A partir do século IX apareceu o alfabeto grego com 24 letras, incluindo as vogais, e estendeu-se para a produção e comercio de livros devido as obras filosóficas.
No ano 550 a. C. foi construída a uma biblioteca publica, e a escrita utilizada nos livros era a letra maiúscula. Desde o século II a. C. até o século VI d.C. generalizou-se individual.
Cada povo exerce sua capacidade de expressão por meio de códigos lingüísticos e representativos aos quais chamamos língua.
Quanto mais dominamos nossa própria língua e nos comunicamos corretamente, maiores são as oportunidades de adquirir cultura, trabalho e interagir no mundo em que vivemos.
sábado, 10 de agosto de 2013
O Museu como espaço transformador
"O trabalho com crianças pode contribuir substancialmente para chegarmos ao museu transformador. Este desenvolve na criança o sentido crítico, a inteligência, a capacidade de criatividade, inculcando-lhe o interesse pelo museu de forma natural e incorporada à sua existência cotidiana. (Aurora Leon, 1975 p. 310)
A Arte na Educação Infantil
Que alternativas podem existir para se trabalhar a arte na educação infantil?
O processo de criação parte de um olhar poético, o que faz ambiente, sonhos, serem referência de inspiração artística ou mesmo matéria de produção textual visual. Este olhar poético existe nas, e crianças e pode ser perceptivo, inquiridor, capaz de resignificar objetos e seres, extraindo deles suas riquezas.
Compreender o processo de criação ajuda o arte educador a obter melhores resultados, pesquisar o percurso criativo, o ato criador é tão significativo quanto o resultado final.
Para o arte educador o caminho pode ser traçado a partir de idéias sugeridas pelas crianças ou mesmo do ambiente escolar, uma proposta embasada no contexto a que a criança está inserida onde se lança mão de questões sociais que fazem parte do cotidiano dos alunos são propostas que estimulam o fazer artístico da criança.
Para que o trabalho do arte educador na Educação Infantil seja bem sucedido, é necessário um breve conhecimento das crianças com as quais trabalhará, pois a maioria não tem conhecimento sobre os materiais, fazendo com que o professor precise de uma certa organização, mudando seu projeto e trabalhando a arte através da conversação.
O ato criador da criança deve ser estimulado pelo arte educador através da exposição de obras e de conversas sobre a mesma, mas acima de tudo com atividades visuais, destacando sobretudo forma, cor, ponto e linha, tendo como finalidade desenvolver a percepção visual, coordenação motora e o fazer artístico.
Sendo assim, é notório que matéria de produção textual visual pode estar relacionada à realidade da criança, onde cabe ao arte educador desenvolver uma prática onde seja proporcionado a criança prazer e aprendizado durante a realização da tarefa.
WERICA BARROS
segunda-feira, 29 de julho de 2013
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Carlo Crepaz
Nasceu em Ortisei, Província de Bolzano na Itália, filho de Giacomo Crepaz e Adelina Sotriffer, veio para o Brasil em 1951.
Chegando em Vitória ajudou a fundar a Escola de Belas Artes e foi professor de esculturas no Santuário de Santo Antônio.
Entre os anos de 1961 e 1981 lecionou modelagem e escultura no centro de artes da Universidade Federal do Espírito Santo, naturalizou-se brasileiro.
Em suas produções deu sempre destaque a figura humana, embasado no estilo clássico e temática sacra.
Em 1965 recebeu o título de cidadão vitoriense pelos serviços prestados, e em 1987, já aposentado, retornou a Itália falecendo em Ortisei, no ano de 1992.
Esculta em madeira produzida por Carlo Crepaz, exposta na Basílica de Santo Antonio.
terça-feira, 16 de julho de 2013
Análise da obra "O Massacre de Quios"
Pode-se perceber nas imagens a sinuosidade dos traços, o volume, luz e sombra nos ambientes em que foram retratadas as obras, o sentimento dos temas expostos nas pinceladas. Em O Massacre de Quios as pinceladas marcantes retratam com expressividade o sofrimento dos personagens dispostos como sobreviventes de uma guerra numa, já em A Morte de Marat o artista trabalhou com menos cores utilizando apenas tons opacos na composição da obra a fim de transferir para a mesma a dor e sofrimento que o personagem deixava transparecer.
Na obra de Delacroix percebe-se traços marcantes como o sofrimento expresso em mínimos detalhes trabalhados a partir da sensibilidade e sutileza do artista. A coerência das cores utilizadas, o volume, a distribuição dos personagens que se alinham muito bem ao plano de fundo o que contribui para uma melhor composição da obra, a expressividade cromática e o sentimento por meio da cor que são marcas de sua obra. Referente a obra de Jacques Louis o sentimentalismo resplandece nas pinceladas homogêneas marcadas pelo jogo de luz e sombra que projetadas de forma criativa e verdadeira criam uma esfera de romantismo mesmo a uma cena trágica. Tratando das duas obras aqui analisadas: ‘O Massacre de Quios’ e ‘A Morte de Marat’ os aspectos formais são teoricamente bem distribuídos dando às figuras aparências reais de forma que seus sentimentos podem ser entendidos e as composições tendem a parecerem mais realistas pelos métodos utilizados.
Para as obras citadas nessa tarefa os títulos são objetivos o que me auxiliou a refletir sobre o trabalho dos artistas, na obra de Delacroix a hipótese seria a de uma disputa por divisão ou tomada de terras que teria terminado em um terrível massacre, a julgar pela obra onde vejo os camponeses tanto homens quanto mulheres e crianças jogados ao relento num emaranhado de tristeza e dor, o artista com toda sua sensibilidade e talento conseguiu transferir para a tela o sentimentalismo da situação real vivida naquele momento, pesquisando entendi que se trata de uma narrativa de um episodio dramático da guerra da independência da Grécia contra a Turquia. E não menos que isso em A Morte de Marat onde o personagem expressa em seu semblante um ar de sorriso marcado pela dor de saber que seu fim está próximo com algo nas mãos que para mim pareceu uma carta deduzi logo que se tratava de suicídio, que se tratava de alguém importante da época e sua morte foi fielmente retratada com a expressividade dos tons utilizados pelo artista. Pesquisando na internet entendi que se tratava de um amigo do pintor que foi assassinado dentro de casa e que dias antes o havia visto como tal, a inscrição que aparece na caixa de madeira significa que se trata de uma homenagem a Marat.
Delacroix foi um importante artista plástico da fase do romantismo Frances que traduziu em telas seus sentimentos patriotas pintando temas políticos, talvez por se sentir menos culpado por não se interessar pela vida política do pais em seu tempo, estudou técnicas e estilos dos pintores paisagistas ingleses. Pintor que se inspira em temas romaticos ou episódios medievais utilizando o drama,as cores vivas juntamente com suas pinceladas para criar uma composição harmoniosa e cheia de sentimentos. Jacques Louis David participou ativamente da vida política francesa, votou a favor da pena de morte do rei Luiz XVI, organizou uma festa na morte da rainha Maria Antonietta chegou a ser preso tornando-se depois amigo de Napoleão Bonaparte. Influenciado pela contemplação de monumentos antigos e doutrinas de dois pintores alemães se tornou defensor e representante do neoclassicismo,expressando dramaticidade em suas composições.
Seurat
George Pierre Seurat nasceu em 02 de dezembro de 1859 em Paris, faleceu em 29 de março de 1891.
Entrou para a Escola de Belas Artes em 1878, pioneiro do movimento pontilista se tornou um importante pintor de sua época.
A técnica do pontilhismo utilizado por Seurat deu origem ao neo-impressionismo, trabalhou também com a técnica da simentria dinamica, usando retangulos de ouro em suas pinturas.
Faleceu durante a execução de seu trabalho entitulado The Circus.
Manet
Eduard Manet foi um importante pintor frances do impressionismo. Nasceu em 23 de janeiro de 1823 e faleceu em 30 de abril de 1883.
Muitas de suas obras possuem fortes traços do realismo, utilizava em suas obras tons fortes e o jogo de luz e sombras, trabalhou com formas simplificadas em suas obras e temas da vida cotidiana de sua época.
Era criticado pelos temas e técnicas que fujiam às convenções academicas e teve suas obras recusadas.
Muitas de suas obras possuem fortes traços do realismo, utilizava em suas obras tons fortes e o jogo de luz e sombras, trabalhou com formas simplificadas em suas obras e temas da vida cotidiana de sua época.
Era criticado pelos temas e técnicas que fujiam às convenções academicas e teve suas obras recusadas.
Tinha necessidade de expressar suas idéias e experimentar novas técnicas, procurava investir em figuras de formas simples e falta de relevo, o que para os críticos da época era inaceitável.
Coubert
Jean-Desiré Gustave Coubert ( Ornans,10 de junho de 1819 - La Tour-de-Peilz, 31 de dezebro de 1877).
Foi um pintor frances do movimento realista, era totalmente contra a pintura literária ou de imaginação.
Não retratava a vida moderna em sim o universo campones, era militante da república e pelo socialismo.
Autor de obras célebres como "O Enterro em Ornans" ( 1849) suas obras eram consideradas escandalosas pelos temas e realismo. Pintou uma série de paisagens e marinhas: "Luta de cervos", "O mar agitado" de profundo lirismo.
Após a queda da comuna republicana de Paris em 1871 na qual Coubert foi presidente da comissão de belas artes, foi condenado a sei mesmes de prisçao e uma multa que tomaria todos os seus bens.
Em 1873, exilou-se na Suiça até sua morte.
Foi um pintor frances do movimento realista, era totalmente contra a pintura literária ou de imaginação.
Não retratava a vida moderna em sim o universo campones, era militante da república e pelo socialismo.
Autor de obras célebres como "O Enterro em Ornans" ( 1849) suas obras eram consideradas escandalosas pelos temas e realismo. Pintou uma série de paisagens e marinhas: "Luta de cervos", "O mar agitado" de profundo lirismo.
Após a queda da comuna republicana de Paris em 1871 na qual Coubert foi presidente da comissão de belas artes, foi condenado a sei mesmes de prisçao e uma multa que tomaria todos os seus bens.
Em 1873, exilou-se na Suiça até sua morte.
Sua proposta consistia em transpor para a tela o que os criticos consideravam horror.
Desenhos
Conclusões de minha amiga Maria das Graças
dobras de tecido, realizado em canson com grafites B
dobras em tecido com grafite 6B
mesmos objetos vistos por angulos diferentes
terça-feira, 9 de julho de 2013
A Morte de Sócrates
A morte de Sócrates, por Jacques-Louis David, 1787
óleo sobre tela, 129.5cm x 196.2cm. Metropolitan Museum of Art, Nova York
Sócrates foi um importante filósofo ateniense do período clássico da Grécia Antiga, nascido em 469 a.C. e falecido em 399 a.C. e teve seu destino apontado pelo Oráculo de Delfos como um grande educador considerado um dos fundadores da filosofia ocidental. Não deixou escritos, ficou conhecido pelos relatos de seus discípulos, principalmente Platão que o descreve através de seus diálogos, sendo até os dias de hoje conceito de pensamento e dialogo com intuito de discutir determinado assunto antes de se chegar a uma resposta definitiva.
Sócrates provocou uma ruptura na história da filosofia grega, ensinava em praça pública e não cobrava pelas aulas como os sofistas tinham a preocupação em criar situações de diálogos e discussões acerca dos assuntos, e não acreditava na idéia dos sofistas de que a virtude pode ser ensinada para as pessoas, e ensinava que a moral seria uma questão de inspiração e não de parentesco.
A morte de Sócrates é uma pintura de Jacques-Louis David, representa a cena da morte de Sócrates por envenenamento, sob a acusação de ter sido contra as idéias dos atenienses e corromper a mente dos mais jovens com suas idéias. Nesta obra também estão Platão sentado aos pés da cama com semblante entristecido e Cliton com a mão no joelho de Sócrates, todos melancólicos com a decisão de não aceitar o exílio desistindo da filosofia.
Durante o neoclassicismo era costume utilizar um tema antigo para tecer comentários sobre seu próprio tempo, a obra em questão exalta a sabedoria e o sacrifício de Sócrates em contraposição com a soberania, ignorância e injustiça dos governantes de seu tempo.
Nesta obra David representa as figuras humanas com contornos físicos precisos semelhantes às estatuas gregas onde Sócrates é representado com uma aparência serena e tranqüila ante sua morte, estão representados também os doze discípulos ao redor do mestre, Platão sentado aos pés da cama com uma veste de cor semelhante à de Sócrates com semblante entristecido e Cliton com a mão no joelho de Sócrates atordoado por seu mestre não ter fugido da prisão, todos melancólicos com a decisão de não aceitar o exílio desistindo da filosofia.
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| Sócrates e seu alunos, por Johann Friedrich Greuter - sec. XVII |
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Uma volta ao passado
Eu amo o passado...
Vibro até minhas entranhas por filmes medievais. Amo velhos livros embolorados e nada me encanta tanto quanto paisagens que me transportam para séculos atrás com moças de espartilho e elegantes cavalheiros, de fraque e cartola, atirando seu sobretudo sobre a lama para que as garotas não sujassem os pés ao atravessar ruas enlameadas.
Eu odeio o presente...
Como não sei cozinhar, é claro que prefiro o fogão de lenha ao forno de microondas, a velha vitrola movida com corda ao moderno e barulhento aparelho de som. Detesto a televisão, tenho raiva da cirurgia a laser, não acredito em viagens espaciais, acho computador uma frescura, roupas de nylon , uma besteira e, se viajasse, preferiria o prosaico conforto de um carro de boi à gélida repidez de aviões a jato.
Opiniões não se discutem e quem ama o passado tem pleno direito de viver toda sua intensidade e curtir detalhes que nos retorna a falta de higiene da Idade Média ou as pestes que mataram multidões. Preferir exorcismo a antibióticos é uma questão de opinião, embora não seja opinião e sim impor aos que respeitam MODERNIDADE as torturas do passado.
Ainda existem professores, principalmente na Educação Superior, que não não pensam assim...
Esquecem que aulas inteiramente ditadas, sem direito a reflexões e opiniões, são resquicios da Idade Média, quando existiam pouquissimos exemplares de livros, e, nas universidades, o trabalho dos professores era o de apresentar suas leituras aos alunos. Por isso e pela necessidade de uma lupa para tão maçante tarefa é que eram chamados de "Lentes". Hoje os tempos são outros. Estudos de Piaget, discursos de Paulo Freire e teorias de Gardner, entre outros, mostram que a verdadeira aprendizagem somente se constrói quando existe interação plena entre professor e aluno, entre o tema e as experiencias pessoais do educando, entre o sujeito e o objeto de ensino.
Ensinar transformou-se em atividade mágica que nivela verdadeiros mestres e artífices de nnovos tempos. Construir pessoas é mais importante que faze-las. Passar uma aula ditando tem validade apenas quando o estático receptor é tão inimigo dos novos tempos quanto seu seuperado transmissor.
(Antunes. Celso, p, 68-69)
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Modelagem com Argila
Trabalho realizado durante a disciplina Modelagem
primeiro momento
segundo momento
terceiro momento
quarto momento
quinto momento
sexto momento
MODELAGEM COM PLASTILINE
primeiro momento
segundo momento
terceiro momento
quarto momento
Este trabalho foi realizado com plastiline durante a disciplina Modelagem, só para registro, foi meu primeiro trabalho com figura humana.
quinta-feira, 4 de abril de 2013
CULTURA
O termo Cultura tomado em seu amplo sentido etnográfico é este todo complexo que inclui conhecimentos, crenças, artes, moral, leis, costumes ou qualquer outra capacidade ou hábitos adquiridos pelo homem como membro de uma sociedade.
Edward Tylor (1832-1917)
Andrea del Verrocchio
Andrea di Francesco di Cione nasceu em Florença em 1435 mais conhecido como Andrea del Verrocchio foi um artista do periodo do Renascimento.
Começou a trabalhar como ourives na oficina de Giulio Verrocchi de quem adotou o sobrenome.
Escultor, ourives e pintor é considerado um dos pintores mais influentes de seu periodo tendo dirigido um atelie em Florença com muitos alunos, dentre eles Perugino, Lorenzo di Credi e Leonardo da Vinci. Foi tambem um escultor de primeira grandeza, tendo trabalhado na corte de Lorenzo de Médici. Suas primeiras pinturas são de 1460 quando então trabalhava com Fillippo Lippi.
No ramo da pintura seu ultimo trabalho foi “ O Batismo de Cristo” em 1475 onde Leonardo da Vinci ainda jovem terminou a paisagem e o anjo no canto esquerdo inferior, sua decisão de nao mais pintar seria porque seu disciplulo da Vinci o teria ultrapassado em tecnica e genialidade. Com a conclusão da obra Verrocchio passou a dedicar-se inteiramente a escultura.
Em 1467 dava inicio a sua obra mais importante em Florença, “ Cristo e São Tomas” na fachada de Or San Michelle, concluida em 1483
Em 1472 foi concluida sua obra grandiosa : o suntuoso sepulcro de Pedro e João de Medici na igreja de San Lorenzo em Florença.
Em 1476 estava pronta sua tão conhecida escultura do jovem “David” do Bargello em Florença.
Em 1478 Verrocchio deu inicio a uma estatua equestre de Bartolomeo Colleoni que havia morrido tres anos antes. Um trabalho notável pela expressão firme de comando no rosto de Colleone, era a primeira tentativa de produzir uma estátua com uma das pernas do cavalo fora do chão, o modelo de cera ficou pronto em 1480.
Em 1488 Verrocchio mudou-se para Veneza para ajudar na fundição da estatua. Faleceu em 10 de outubro de 1488 antes da obra ficar pronta. A conclusão da estatua foi feita pelo escultor veneziano Alessandro Leopardi e inaugurada em 1496.
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