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segunda-feira, 7 de outubro de 2013

A Evolução da Educação VIII - Idade Média

O educando deveria ser um elemento ativo e participante.
As escolas monásticas foram as mais desenvolvidas da Idade Média. Com Carlos Magno, houve a reestruturação do ensino, tanto superior quanto elementar, sendo especificado que cada mosteiro tivesse a sua escola para que os meninos recebessem o ensinamento dos salmos, dos cantos, da música, da gramática e da aritmética. Também nessa fase ocorreu o desenvolvimento do ensino secundário.
AIdade Média destacou-se também pela reunião de pessoas que possuiam o mesmo propósito, gerando os grêmios e outros serviçoes, nos quais os filhos dos associados eram ensinados visando à aquisição dos conhecimentos técnicos, industrial e comercial.
Outra caracteristica importante do período foi a Escolástica, forma de vida intelectual que floresceu entre os séculos XI e XVI, retratada mais como um método de estudo do que como uma doutrina e marcada pela utilização da lógica e da dialética. Dentre os estudiosos que mais se destacaram está São Tomás de Aquino. demonstrando que o ensino não era mais uma mera transfusão de conhecimentos da mente do professor para o aluno, e que a ciência podia ser obtida pela propria vontade do aluno e pela ajuda externa do professor.
Na metade do século XII, por meio da Escolástica, foi gerada uma mudança essencial: o surgimento das universidades. No século XIII, surgiram as escolas árabes (fundação de bibliotecas, geração dos algarismos etc.)e as escolas para o povo (escolas paroquiais e escolas das corporações)

A Evolução da Educação VII - Roma

A educação romana, como na Grécia, começava nos lares e visava à elaboração da consciência moral do indivíduo. Quando o filho completava 15 anos, deveria seguir o pai na vida civil,e as moças ficavam sob a vigilância da mãe, aprendendo as tarefas domésticas.
Como a educação era familiar e comunitária,, a escola possuía papel secundário, visando à consciência moral do indivíduo. Conforme a sociedade se desenvolveu, apareceram as primeiras escolas elementares chamadas "ludi".
Mas quando o Estado foi inventado, houve uma melhora na educação. As escolas se tornaram particulares e ensinavam leitura, escrita e noções de cálculos. Os castigos corporais existiam para impor a disciplina, e a educação física servia para preparar os alunos para a vida de soldado. São geradas duas correntes: uma que visava ao trabalho e outra que visava aos livros, indicando já naquela época uma visão elitista na educação, pois a primeira destinava-se aos filhos de escravos, servos, trabalhadores e artesãos, e a segunda, aos filhos dos senhores e funcionários do Estado.
Quando os romanos conquistaram a Grécia, a cultura e a educação gregas haviam se espalhado pelo mundo. Durante o século II a.C., educadores surgiram e se ampliaram em número, divulgando seu trabalho; já no século II d. C., surgiram as escolas secundárias, as denominadas escolas de gramática, que ensinavam as línguas grega e latina. A matemática e a música também eram ensinadas. A declamação (expressão correta dos sentidos) e a escola de retórica desenvolviam os dotes dos oradores, extremamente valorizados na civilização romana.
Paulatinamente, uma teoria pedagógica foi sendo construída. No império, o Estado começou a administrar as escolas elementares visando aos mais carentes. Nesse período, nem todas as cidades possuíam escolas. Vários educadores se destacaram em Roma, como Sêneca e Quintiliano.
Aeducação durante a época do Cristianismo teve como referência o próprio Cristo, pois ele era o pedagogo ideal e único, ensinando por meio de parábolas e de alegorias.
Em relação à instrução ocidental, a dificuldade dos jovens de frequentar as escolas era constante, mas a maioria dos filósofos encorajava o estudo da literatura e da filosofia e as escolas eram contra a pregação do Evangelho.