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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

A Evolução da Educação VI - Grécia

Grécia


A educação era direcionada para desenvolver a personalidade e a liberdade do individuo.
Além de ser separada do elemento religioso e do ambiente estético e filosófico, possuia a hegemonia da cultura grega. A educação na Grécia pressupunha a dimensão ética e artística e visava à transmissão, de gerassão das crenças, valores e habilidades do indivíduo. Trabalhava o aluno por meio de uma renovação dos métodos educacionais com ênfase na oratória, na qual o cidadão incorporava a cultura da cidade gerando um homem livre, sábio e sempre em processo de mudança. Esse tipo de educação não priorizava a criança, mas sim, o adulto que ela se tornaria, enfatizando o papel do cidadão na comunidade.
Os gregos não tinham educação técnica para dispor aos estudantes o ensino de uma profissão especifica.


Educação Espartana

Em Esparta, era a mãe que se responsabilizava pelo menino até os sete anos, depois ele entrava em uma escola pública e obrigatória, onde lhe era ensinada a educação militar. Eles ficavam em quartéis muito grandes, não possuindo nenhum conforto, e o treino para a guerra começava quando eles completavam 18 anos. Aos 30 anos, uniam-se aos serviços públicos e militares. Essa educação era dominada integralmente pela definição de hegemonia do Estado sobre o individuo e tinha como fim a perfeição física. Os alunos aprendiam também música e os cantos marciais. Havia nesse tipo de educação o mínimo de intelectualidade e estética, pois o estudo da linguagem e uma formação moral elevada era da responsabilidade de jovens instrutores. Para as meninas e as moças, o ensino era também obrigatório e a dança e os exercícios físicos predominavam.



Educação Ateniense

Em Atenas, a educação apresentava uma visão oposta à de Esparta. Seu legislador foi Sólon, que tinha como objetivo a instrução da juventude como tarefa especial do Estado, sendo ela obrigatória, mas sempre visando a um ambiente libertário. As cidades-estado desenvolveram-se conforme um ideal de constituição completa do homem, pondo na mesma dimensão a educação física e a intelectual. Nem as escolas nem os alunos eram controlados pelo governo, e os meninos entravam na escola com seis anos e eram confiados a escravos de confiança, que lhes ensinavam aritimética, literatura, escrita, educação física e música.
Os meninos que pertenciam a classes sociais mais baixas deixavam a escola para trabaçhar na agricultura ou aprender um oficio, mas os de classe alta continuavam nas escolas para adquirir uma educação secundária elementar. Nesse tipo de educação, a intervenção do Estado ocorria de forma mais direta, principalmente quanto ao número de alunos e o tempo de permanência deles na escola.
O progresso da Ciência propiciou a avanço da educação secundária, colocando em seu conteúdo os ensinamentos de astronomia e da matemática, sendo também introduzidas bibliotecas e salas de estudo. No chamado "Século de Péricles", transformações influentes aconteceram, tais como o aparecimento dos sofistas - professores ambulantes que iam de uma cidade a outra para ensinar ciências e artes, destacando-se Sócrates.
Quando Atenas foi derrotada por Esparta, não só a educação ateniense foi abalada, mas também sua hegemonia.
Os pensadores Sócrates, Platão e Aristóteles tiveram grande importância no desenvolvimento da educação grega e influenciaram as teorias educacionais de todos os séculos.
A partir desses filósofos surgiram muitos outros, e também houve a criação da Biblioteca de Alexandria, que tinha em seu acervo cerca de 700 mil livros. Também foram criadas as escolas de retórica e as escolas filosóficas.

Vigotsky

Vigotsky já alertava para a diferença entre sentido e significado como relação à compreensão e ao uso da  lingua falada diferendiando o significado geral compartilhado coletivamente pelos falantes de uma lingua e o sentido pessoal que cada falante atribuiu e cria individualmente.
"A neutralidade é ainda mais problematica pois é impossivel ao sujeito que descreve uma objetividade que emuddeça as paçavras com que descreve o que observou"

Dadaismo

Dadaismo - Surgiu na Europa em 1916, e teve como principal característica a ruptura com as formas de arte tradicionais, tendo tido um forte conteúdo anárquico. O termo Dadaísmo deriva de um termo inglês infantil: dadá (brinquedo, cavalo de pau), o que indica uma escolha aleatória do termo para nomear o movimento, princípio central da criação para os dadaístas. O dadaísmo não defende um estilo específico, sendo contrário a objetos prédefinidos, defende o absurdo a falta de sentido, a incoerência e a improvisação, e protestava contra a loucura da guerra.
Em suas obras, os artistas lançavam mão de objetos comuns do cotidiano, sons fotografias, poesia musica e jornais e os apresentavam de uma nova forma dentro de um contexto artístico. Possuíam caráter pessimista e ironizavam em relação aos acontecimentos políticos do mundo
Marcel Duchamp foi um dos principais representantes do dadaísmo alem de Hans Arp, Francis Picabia, Guillaume Apollinaire e Hugo Ball dentre outros.
O termo readymade é a principio uma negativa a toda e qualquer técnica artística, desde as tradicionais às mais inovadas, uma vez que se trata de apropriar-se do que já está pronto. Foi criado por Marcel Duchamp (1887-1968), para designar seu primeiro trabalho que se trata de uma roda de bicicleta sobre um banquinho.
A proposta do readymade consiste em utilizar elementos do cotidiano com a intenção de romper com todas as características do passado, num ato de protesto contra o conceito tradicional de obra de arte produzidos em massa selecionados sem critério estético e exposto como obra de arte em espaços especializados. Para Duchamp qualquer objeto pode ser alçado como arte basta apenas que se atribua a ele uma assinatura como definição de autoria.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

A Evolução da Educação V Astecas, Maias e Incas

O estudo religioso, a formação militar e as atividades domésticas prevaleciam nessas culturas.

A educação asteca era composta de duas fases: uma doméstica, bastante austera, com enfoque diferente conforme o sexo;e a outra em escolas públicas (internatos), com diferenças de educação para os sexos e classes sociais. Aos filhos dos nobres, o estudo religioso prevalecia e, à classe média, a instrução militar. Era negado o acesso aos servos e escravos (maioria da população).

A educação maia era análoga à educação asteca, só que de instrução militar não tão rigorosa, começando também no lar e terminando sob a proteção do Estado. Existiam tmbém isntitutos, onde as crianças ficavam internas desde os 12 anos.. Como na educação asteca, um desses institutos era destinado aos filhos dos nobres e outro, aos filhos da classe média. No que se referia à educação feminina, era muito bem cuidada, pois eram as mães que as preparavam.

A educação inca era realizada em estabelecimentos especiais, onde prevaleciam as castass militar e sacerdotal. Essas casas de ensino eram frequentadas por meninos até os 16 anos e lhes eram ensinadas artes de guerra e práticas religiosas, subjugadas à formação guerreira.
Os ensinamentos práticos, como a construção de pontes, estradas etc., não eram oferecidos para todos os alunos. As casas de ensino existiam também para as filhas de nobres, só que o ensinamento era distinto: tecelagem, cerâmica, tarefas domésticas etc., além do ensino de cerimônias religiosas.
O ingresso nessas escolas era proibido aos servos e escravos, que eram a grande parte da população. As filhas dos nobres recebiam uma educaçãointelectual e basicamente religiosaem institutos iguais ao Calmerac; já o segundo instituto Telpochcalli era planejado para quem ia para a guerra, ministrando aos alunos uma instrução rudimentar.

A Evolução da Educação na Antiguidade IV Hebreus

Para os hebreus, a educação era fundamentada integralmente na religião e também os era doméstica, sendo a mãe a responsável.
Na adolescênscia cabia aos pais ensinar aos filhos homens não só uma profissão, mas também a leitura e outros conhecimentos uteis.
A leitura, a escrita e a aritimética, que antes só os ricos aprendiam, passaram a ser ensinadas nas escolas públicas, e o ensino do canto, da musica e outras atividades manuais também eram muito valorizado. Todos sabiam ler e escrever, e a base da instrução eram os livros sagrados. A metodologia do ensinoalicersava-se na repetição e revisão, e foram gerados recursos de memória e procedimentos interessantes para o ensino do alfabeto.
O profeta Samuel formou as Escolas de Profetas, que foram bem desenvolvidas e na cultura hebraica, as Escolas dos Rabinos ensinavam pela leitura e comentário dos textos sagrados.
No ensino superior, houve o desenvolvimento das escolas elementares, que foram dispostas em três classes: 1- para as crianças até os 10 anos onde eram ensinadas a leitura e a escrita; 2- para crianças de 10 a 15 anos onde a formação cívica prevalecia; e 3- para maiores de 15 anos, onde o ensino de ciências naturais era sobressalente.
As escolas públicas tinham por fim proteger e isolar os filhos dos judeus das doutrinas pagãs. Essa forma de educação se apresentava da seguinte maneira: cada cidade e cada aldeia possuiam escolas, que eram frequentadas pelas crianças judias, tendo como alicerce a religião, isto é, eram escolas religiosas onde a educação familiar era continuada e também se destinavam a preparar as crianças para a vida cívica. As turmas não podiam ter mais de 25 alunos e se tivessem o professor deveria possuir assistentes.
A instrução só começou a ser estimulada por meio do contato com os gregos, romanos e depois com os árabes. Após o século X d. C., quando já estavam em contato com o Ocidente, mostravam-se excelentes tradutores das obras árabes para o latim.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

A Evolução da Educação III, Babilõnia, Fenícios e Pércia

Babilônia

Educação da casa para os templos.
Para os povos babilônicos, que se destacavam entre os povos da Mesopotâmia, a educação era essencialmente doméstica, pois eram os pais que passavam os conhecimentos aos filhos.
Mas quando estavam sob o domínio dos assírios, a cultura babilônica ficou subordinada a eles e, no que se referia à educação, a educação familiar deixou de existir, surgindo as escolas públicas criadas nos templos.




Fenícios

Em Cartago, os meninos aprendiam a leitura, a escrita e a aritimética, concomitante com o manejo das armas, além da religião.
Entre os fenícios prevalecia o princípio do servir, e os conhecimentos relacionavam-se com o comércio e a manufatura. Os fenícios aprenderam muito com outros povos, pois. além de serem navegadores, eram muito aplicados no comércio.




Pérsia

O Estado era responsável pela educação formal.
Na Pérsia, o poder religioso foi se isolando paulatinamente do do poder do estado, gerando consequencoas na educação do povo.
Foi criada uma educação nacional, na qual a criança ficava com a família até os seis anos de idade e depois era protegida pelo estado, ficando como interna em uma escola pública para aprender leitura, escrita, moral e religião. Os professores eram selecionados entre os cidadãos de caráter honesto e com mais de 50 anos.

A Evolução da Educação na Antiguidade II Índia

     A educação indiana difere da educação chinesa em vários aspectos. Existia o sistema de castas, e a leitura hindu tinha cunho filosófico. As castas eram cinco: a dos sacerdotes (brâmanes), classe dos educadores que também fiscalizavam a legislalção; a dos guerreiros e magistrados (xátrias), classe que podia receber educação, mas poucos se beneficiavamdesse privilégio; a dos mercadores ( vaixás), que, como a classe dos xátrias, podiam receber educação; a dos artesãos (sudras) e a dos servos (párias), que não podiam receber instrução.
     A educação era formada sempre de acordo com o trabalho do pai, ocorrendo no seio da familia, exceto para os brâmanes, que estudavam literatura. Os membros dessa casta deviam alcançar alto grau de conhecimento, e os estudos tinham inicio quando a criança completava oito anos; já para a classe dos xátrias, a educação começava aos onze anos, e na classe dos vaixás aos doze.
     A doutrina de Siddarta Gautama começou a ser propagada no século V a.C.  O budismo proporcionou uma nova visão de munod alterando o sistema de castas. Para Buda, era necessário conseguir a paz perfeita por meio do raciocínio, das aspirações espirituais, do bom falar, do comportamento irrepreensível, da vida honesta etc. Ele mesmo instruia cada criança em particular, e os mais adiantados auxiliavam os mais atrasados, empregando-se o ensino mútuo.

A Evolução da Educação na Antiguidade I China

    Desde confúcio, o ensino educacional confunde-se com o ensino ético religioso.

    O sistema de educação chinesa permaneceu o mesmo desde Confúcio (551-478 a.C.) até o começo do século XX. Sua organização é dividida em dois sistemas: o das escolas e dos exames, cujas literaturas baseiam-se nos quatro livros e nos cinco clássicos escritos por Confúvio e seus discíplulos, que apresentam textos que englobam assuntos sociais, políticos e morais.
    O trabalho da escola era alicerçado na memorização dos textos, depois se teciam os muitos comentários acerca deles e´por fim,, decorava-se o material tal como era escrito. A educação chinesa tinha como metodologia a imitação, pois acreditava-se que só a memória era necess´´aria ao aprendizado. O aluno recitava em voz alta todo o texto como estava escrito, não existindo meios de sair das formas rígidas. Por isso a educação chinesa não se alterou por milenios.
    Em quase todas as aldeias existiam as escolas elementares, onde o ensino era realizado desde a manhã até a noite, quase não era interrompido, e também não existiam férias. Os escolares ficavam isolados e não podiam distrair-se com outras funções, muito menos se divertir.
    Nos grandes centros existiam também escolas secundárias e superiores, nas quais os estudantes eram preparados para os exames, em três etapas. Nesses exames os alunos tinham de escrever sobre determinados temas extraídos dos escritos sagrados em verswo ou em prosa.
    O primeiro exame durava um dia, o segundo durava três dias e o terceiro, três dias. O s alunos que não conseguiam passar do primeiro exame tornavam-se mestres nas escolas das aldeias , já os aprovados no segundo exame exerciam cargos de maoir importancia, e quem conseguisse passar  no último exame era admitido na Academia Imperial.