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quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Um passeio na Prainha de Santo Antonio


Estas fotos fazem parte de um ensaio fotográfico realizado durante a disciplina Fotografia, do Centro de Artes da UFES.

Este cenário me traz uma tranquilidade que por um momento esqueço que faço parte de um tumultuado centro urbano.


As pessoas ás vezes se esquecem de olhar à sua volta, e perdem momentos maravilhosos...

Como podemos nos deixar levar pela agitação do dia a dia, o estresse nos enlouquece.

Não sou muito fotogenica.

Mas tinha que dar o ar da graça... afinal faço parte deste processo.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

A Evolução da Escrita

A Evolução da Escrita
A história do homem começou a ser escrita há pelo menos 3.500 anos antes de Cristo, quando a arte de escrever foi propagada pelo Egito.
Os primeiros documentos de que se tem noticia foram achados na cidade Urik, sul da mesopotâmia.
Os estudos tradicionais consideravam o Egito como berço da escrita (entre o 6º e o 1º milênio a.C.) porem hoje esta claro que a escrita suméria é anterior a esse tempo.
O sistema egípcio caracterizava totalmente a língua falada e refletia realidades abstratas e concretas. Era formado por dois tipos de signos pictogramas (desenhos representando coisas) e fonogramas (desenhos representado sons), exemplificando a disposição intuitiva do ser humano de transmitir pensamentos por meio de símbolos. A leitura era feita da esquerda para a direita ou mesmo da direita para a esquerda.
A escrita também caracterizou outras duas formas: a hierática ou sacerdotal ( usada em papiros religiosos) e a demótica (escrita do povo).
Desde esses tempos a escrita sempre procurou representar de forma explicita a expressão do pensamento humano, que sempre fluiu de maneira elementar, simples e objetiva.
O mais interessante das primeiras escritas é que se adaptam a outras línguas: suméria, acadiana, hitita e persa. Dessa forma, essa escrita cuneiforme propagou-se até o sul da Palestina e o norte da Armênia.
A escrita então foi progredindo, os sinais gráficos desenhados foram aos poucos se simplificando e serviam para transcrever sílabas, independentes do sentido do vocabulário – os considerados grupos fônicos.
A partir do século IX apareceu o alfabeto grego com 24 letras, incluindo as vogais, e estendeu-se para a produção e comercio de livros devido as obras filosóficas.
No ano 550 a. C. foi construída a  uma biblioteca publica, e a escrita utilizada nos livros era a letra maiúscula. Desde o século II a. C. até o século VI d.C. generalizou-se individual.
Cada povo exerce sua capacidade de expressão por meio de códigos lingüísticos e representativos aos quais chamamos língua.
Quanto mais dominamos nossa própria língua e nos comunicamos corretamente, maiores são as oportunidades de adquirir cultura, trabalho e interagir no mundo em que vivemos.  

Van Vogh

sábado, 10 de agosto de 2013

O Museu como espaço transformador

"O trabalho com crianças pode contribuir substancialmente para chegarmos ao museu transformador. Este desenvolve na criança o sentido crítico, a inteligência, a capacidade de criatividade, inculcando-lhe o interesse pelo museu de forma natural e incorporada à sua existência cotidiana. (Aurora Leon, 1975 p. 310)

A Arte na Educação Infantil

Que alternativas podem existir para se trabalhar a arte na educação infantil?
O processo de criação parte de um olhar poético, o que faz ambiente, sonhos, serem referência de inspiração artística ou mesmo matéria de produção textual visual. Este olhar poético existe nas, e crianças e pode ser perceptivo, inquiridor, capaz de resignificar objetos e seres, extraindo deles suas riquezas.
Compreender o processo de criação ajuda o arte educador a obter melhores resultados, pesquisar o percurso criativo, o ato criador é tão significativo quanto o resultado final.
Para o arte educador o caminho pode ser traçado a partir de idéias sugeridas pelas crianças ou mesmo do ambiente escolar, uma proposta embasada no contexto a que a criança está inserida onde se lança mão de questões sociais que fazem parte do cotidiano dos alunos são propostas que estimulam o fazer artístico da criança.
Para que o trabalho do arte educador na Educação Infantil seja bem sucedido, é necessário um breve conhecimento das crianças com as quais trabalhará, pois a maioria não tem conhecimento sobre os materiais, fazendo com que o professor precise de uma certa organização, mudando seu projeto e trabalhando a arte através da conversação.
O ato criador da criança deve ser estimulado pelo arte educador através da exposição de obras e de conversas sobre a mesma, mas acima de tudo com atividades visuais, destacando sobretudo forma, cor, ponto e linha, tendo como finalidade desenvolver a percepção visual, coordenação motora e o fazer artístico.
Sendo assim, é notório que matéria de produção textual visual pode estar relacionada à realidade da criança, onde cabe ao arte educador desenvolver uma prática onde seja proporcionado a criança prazer e aprendizado durante a realização da tarefa.

WERICA BARROS