Vincent Van Gogh (1853-1890) considerado o primeiro grande mestre holandês desde o século XVI, dedicou-se à arte apenas por dez anos, a partir de 1880 tendo se interessado primeiramente pela literatura e a religião. Dedicou o máximo de suas energias à pintura de paisagens, o dinamismo que anima todas as pinceladas faz de cada uma delas não uma simples marca de cor, mas um incisivo gesto gráfico.
Para Van Gogh era a cor e não a forma que determinava o conteúdo expressivo de seus quadros. Embora reconhecesse que seu desejo de exagerar o essencial e deixar o óbvio no vago fazia que as suas obras parecessem arbitrárias segundo os padrões impressionistas, conservou-se profundamente fiel ao mundo visível.
O impressionismo parecia não lhe oferecer liberdade suficiente para exprimir suas emoções, “Quero pintar homens e mulheres com algo de eterno, aquilo que a auréola costumava simbolizar”, escrevera Van Gogh em uma carta ao irmão quando já começara a sofrer os ataques de uma doença mental que cada vez mais o impedia de pintar. Desesperançado da cura, suicidou-se passado um ano por sentir que só pela arte lhe valia a pena viver.
Para Van Gogh era a cor e não a forma que determinava o conteúdo expressivo de seus quadros. Embora reconhecesse que seu desejo de exagerar o essencial e deixar o óbvio no vago fazia que as suas obras parecessem arbitrárias segundo os padrões impressionistas, conservou-se profundamente fiel ao mundo visível.
O impressionismo parecia não lhe oferecer liberdade suficiente para exprimir suas emoções, “Quero pintar homens e mulheres com algo de eterno, aquilo que a auréola costumava simbolizar”, escrevera Van Gogh em uma carta ao irmão quando já começara a sofrer os ataques de uma doença mental que cada vez mais o impedia de pintar. Desesperançado da cura, suicidou-se passado um ano por sentir que só pela arte lhe valia a pena viver.
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