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terça-feira, 10 de setembro de 2013

A Evolução da Educação na Antiguidade IV Hebreus

Para os hebreus, a educação era fundamentada integralmente na religião e também os era doméstica, sendo a mãe a responsável.
Na adolescênscia cabia aos pais ensinar aos filhos homens não só uma profissão, mas também a leitura e outros conhecimentos uteis.
A leitura, a escrita e a aritimética, que antes só os ricos aprendiam, passaram a ser ensinadas nas escolas públicas, e o ensino do canto, da musica e outras atividades manuais também eram muito valorizado. Todos sabiam ler e escrever, e a base da instrução eram os livros sagrados. A metodologia do ensinoalicersava-se na repetição e revisão, e foram gerados recursos de memória e procedimentos interessantes para o ensino do alfabeto.
O profeta Samuel formou as Escolas de Profetas, que foram bem desenvolvidas e na cultura hebraica, as Escolas dos Rabinos ensinavam pela leitura e comentário dos textos sagrados.
No ensino superior, houve o desenvolvimento das escolas elementares, que foram dispostas em três classes: 1- para as crianças até os 10 anos onde eram ensinadas a leitura e a escrita; 2- para crianças de 10 a 15 anos onde a formação cívica prevalecia; e 3- para maiores de 15 anos, onde o ensino de ciências naturais era sobressalente.
As escolas públicas tinham por fim proteger e isolar os filhos dos judeus das doutrinas pagãs. Essa forma de educação se apresentava da seguinte maneira: cada cidade e cada aldeia possuiam escolas, que eram frequentadas pelas crianças judias, tendo como alicerce a religião, isto é, eram escolas religiosas onde a educação familiar era continuada e também se destinavam a preparar as crianças para a vida cívica. As turmas não podiam ter mais de 25 alunos e se tivessem o professor deveria possuir assistentes.
A instrução só começou a ser estimulada por meio do contato com os gregos, romanos e depois com os árabes. Após o século X d. C., quando já estavam em contato com o Ocidente, mostravam-se excelentes tradutores das obras árabes para o latim.

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