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segunda-feira, 7 de outubro de 2013

A Evolução da Educação VII - Roma

A educação romana, como na Grécia, começava nos lares e visava à elaboração da consciência moral do indivíduo. Quando o filho completava 15 anos, deveria seguir o pai na vida civil,e as moças ficavam sob a vigilância da mãe, aprendendo as tarefas domésticas.
Como a educação era familiar e comunitária,, a escola possuía papel secundário, visando à consciência moral do indivíduo. Conforme a sociedade se desenvolveu, apareceram as primeiras escolas elementares chamadas "ludi".
Mas quando o Estado foi inventado, houve uma melhora na educação. As escolas se tornaram particulares e ensinavam leitura, escrita e noções de cálculos. Os castigos corporais existiam para impor a disciplina, e a educação física servia para preparar os alunos para a vida de soldado. São geradas duas correntes: uma que visava ao trabalho e outra que visava aos livros, indicando já naquela época uma visão elitista na educação, pois a primeira destinava-se aos filhos de escravos, servos, trabalhadores e artesãos, e a segunda, aos filhos dos senhores e funcionários do Estado.
Quando os romanos conquistaram a Grécia, a cultura e a educação gregas haviam se espalhado pelo mundo. Durante o século II a.C., educadores surgiram e se ampliaram em número, divulgando seu trabalho; já no século II d. C., surgiram as escolas secundárias, as denominadas escolas de gramática, que ensinavam as línguas grega e latina. A matemática e a música também eram ensinadas. A declamação (expressão correta dos sentidos) e a escola de retórica desenvolviam os dotes dos oradores, extremamente valorizados na civilização romana.
Paulatinamente, uma teoria pedagógica foi sendo construída. No império, o Estado começou a administrar as escolas elementares visando aos mais carentes. Nesse período, nem todas as cidades possuíam escolas. Vários educadores se destacaram em Roma, como Sêneca e Quintiliano.
Aeducação durante a época do Cristianismo teve como referência o próprio Cristo, pois ele era o pedagogo ideal e único, ensinando por meio de parábolas e de alegorias.
Em relação à instrução ocidental, a dificuldade dos jovens de frequentar as escolas era constante, mas a maioria dos filósofos encorajava o estudo da literatura e da filosofia e as escolas eram contra a pregação do Evangelho.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

A Evolução da Educação VI - Grécia

Grécia


A educação era direcionada para desenvolver a personalidade e a liberdade do individuo.
Além de ser separada do elemento religioso e do ambiente estético e filosófico, possuia a hegemonia da cultura grega. A educação na Grécia pressupunha a dimensão ética e artística e visava à transmissão, de gerassão das crenças, valores e habilidades do indivíduo. Trabalhava o aluno por meio de uma renovação dos métodos educacionais com ênfase na oratória, na qual o cidadão incorporava a cultura da cidade gerando um homem livre, sábio e sempre em processo de mudança. Esse tipo de educação não priorizava a criança, mas sim, o adulto que ela se tornaria, enfatizando o papel do cidadão na comunidade.
Os gregos não tinham educação técnica para dispor aos estudantes o ensino de uma profissão especifica.


Educação Espartana

Em Esparta, era a mãe que se responsabilizava pelo menino até os sete anos, depois ele entrava em uma escola pública e obrigatória, onde lhe era ensinada a educação militar. Eles ficavam em quartéis muito grandes, não possuindo nenhum conforto, e o treino para a guerra começava quando eles completavam 18 anos. Aos 30 anos, uniam-se aos serviços públicos e militares. Essa educação era dominada integralmente pela definição de hegemonia do Estado sobre o individuo e tinha como fim a perfeição física. Os alunos aprendiam também música e os cantos marciais. Havia nesse tipo de educação o mínimo de intelectualidade e estética, pois o estudo da linguagem e uma formação moral elevada era da responsabilidade de jovens instrutores. Para as meninas e as moças, o ensino era também obrigatório e a dança e os exercícios físicos predominavam.



Educação Ateniense

Em Atenas, a educação apresentava uma visão oposta à de Esparta. Seu legislador foi Sólon, que tinha como objetivo a instrução da juventude como tarefa especial do Estado, sendo ela obrigatória, mas sempre visando a um ambiente libertário. As cidades-estado desenvolveram-se conforme um ideal de constituição completa do homem, pondo na mesma dimensão a educação física e a intelectual. Nem as escolas nem os alunos eram controlados pelo governo, e os meninos entravam na escola com seis anos e eram confiados a escravos de confiança, que lhes ensinavam aritimética, literatura, escrita, educação física e música.
Os meninos que pertenciam a classes sociais mais baixas deixavam a escola para trabaçhar na agricultura ou aprender um oficio, mas os de classe alta continuavam nas escolas para adquirir uma educação secundária elementar. Nesse tipo de educação, a intervenção do Estado ocorria de forma mais direta, principalmente quanto ao número de alunos e o tempo de permanência deles na escola.
O progresso da Ciência propiciou a avanço da educação secundária, colocando em seu conteúdo os ensinamentos de astronomia e da matemática, sendo também introduzidas bibliotecas e salas de estudo. No chamado "Século de Péricles", transformações influentes aconteceram, tais como o aparecimento dos sofistas - professores ambulantes que iam de uma cidade a outra para ensinar ciências e artes, destacando-se Sócrates.
Quando Atenas foi derrotada por Esparta, não só a educação ateniense foi abalada, mas também sua hegemonia.
Os pensadores Sócrates, Platão e Aristóteles tiveram grande importância no desenvolvimento da educação grega e influenciaram as teorias educacionais de todos os séculos.
A partir desses filósofos surgiram muitos outros, e também houve a criação da Biblioteca de Alexandria, que tinha em seu acervo cerca de 700 mil livros. Também foram criadas as escolas de retórica e as escolas filosóficas.

Vigotsky

Vigotsky já alertava para a diferença entre sentido e significado como relação à compreensão e ao uso da  lingua falada diferendiando o significado geral compartilhado coletivamente pelos falantes de uma lingua e o sentido pessoal que cada falante atribuiu e cria individualmente.
"A neutralidade é ainda mais problematica pois é impossivel ao sujeito que descreve uma objetividade que emuddeça as paçavras com que descreve o que observou"

Dadaismo

Dadaismo - Surgiu na Europa em 1916, e teve como principal característica a ruptura com as formas de arte tradicionais, tendo tido um forte conteúdo anárquico. O termo Dadaísmo deriva de um termo inglês infantil: dadá (brinquedo, cavalo de pau), o que indica uma escolha aleatória do termo para nomear o movimento, princípio central da criação para os dadaístas. O dadaísmo não defende um estilo específico, sendo contrário a objetos prédefinidos, defende o absurdo a falta de sentido, a incoerência e a improvisação, e protestava contra a loucura da guerra.
Em suas obras, os artistas lançavam mão de objetos comuns do cotidiano, sons fotografias, poesia musica e jornais e os apresentavam de uma nova forma dentro de um contexto artístico. Possuíam caráter pessimista e ironizavam em relação aos acontecimentos políticos do mundo
Marcel Duchamp foi um dos principais representantes do dadaísmo alem de Hans Arp, Francis Picabia, Guillaume Apollinaire e Hugo Ball dentre outros.
O termo readymade é a principio uma negativa a toda e qualquer técnica artística, desde as tradicionais às mais inovadas, uma vez que se trata de apropriar-se do que já está pronto. Foi criado por Marcel Duchamp (1887-1968), para designar seu primeiro trabalho que se trata de uma roda de bicicleta sobre um banquinho.
A proposta do readymade consiste em utilizar elementos do cotidiano com a intenção de romper com todas as características do passado, num ato de protesto contra o conceito tradicional de obra de arte produzidos em massa selecionados sem critério estético e exposto como obra de arte em espaços especializados. Para Duchamp qualquer objeto pode ser alçado como arte basta apenas que se atribua a ele uma assinatura como definição de autoria.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

A Evolução da Educação V Astecas, Maias e Incas

O estudo religioso, a formação militar e as atividades domésticas prevaleciam nessas culturas.

A educação asteca era composta de duas fases: uma doméstica, bastante austera, com enfoque diferente conforme o sexo;e a outra em escolas públicas (internatos), com diferenças de educação para os sexos e classes sociais. Aos filhos dos nobres, o estudo religioso prevalecia e, à classe média, a instrução militar. Era negado o acesso aos servos e escravos (maioria da população).

A educação maia era análoga à educação asteca, só que de instrução militar não tão rigorosa, começando também no lar e terminando sob a proteção do Estado. Existiam tmbém isntitutos, onde as crianças ficavam internas desde os 12 anos.. Como na educação asteca, um desses institutos era destinado aos filhos dos nobres e outro, aos filhos da classe média. No que se referia à educação feminina, era muito bem cuidada, pois eram as mães que as preparavam.

A educação inca era realizada em estabelecimentos especiais, onde prevaleciam as castass militar e sacerdotal. Essas casas de ensino eram frequentadas por meninos até os 16 anos e lhes eram ensinadas artes de guerra e práticas religiosas, subjugadas à formação guerreira.
Os ensinamentos práticos, como a construção de pontes, estradas etc., não eram oferecidos para todos os alunos. As casas de ensino existiam também para as filhas de nobres, só que o ensinamento era distinto: tecelagem, cerâmica, tarefas domésticas etc., além do ensino de cerimônias religiosas.
O ingresso nessas escolas era proibido aos servos e escravos, que eram a grande parte da população. As filhas dos nobres recebiam uma educaçãointelectual e basicamente religiosaem institutos iguais ao Calmerac; já o segundo instituto Telpochcalli era planejado para quem ia para a guerra, ministrando aos alunos uma instrução rudimentar.

A Evolução da Educação na Antiguidade IV Hebreus

Para os hebreus, a educação era fundamentada integralmente na religião e também os era doméstica, sendo a mãe a responsável.
Na adolescênscia cabia aos pais ensinar aos filhos homens não só uma profissão, mas também a leitura e outros conhecimentos uteis.
A leitura, a escrita e a aritimética, que antes só os ricos aprendiam, passaram a ser ensinadas nas escolas públicas, e o ensino do canto, da musica e outras atividades manuais também eram muito valorizado. Todos sabiam ler e escrever, e a base da instrução eram os livros sagrados. A metodologia do ensinoalicersava-se na repetição e revisão, e foram gerados recursos de memória e procedimentos interessantes para o ensino do alfabeto.
O profeta Samuel formou as Escolas de Profetas, que foram bem desenvolvidas e na cultura hebraica, as Escolas dos Rabinos ensinavam pela leitura e comentário dos textos sagrados.
No ensino superior, houve o desenvolvimento das escolas elementares, que foram dispostas em três classes: 1- para as crianças até os 10 anos onde eram ensinadas a leitura e a escrita; 2- para crianças de 10 a 15 anos onde a formação cívica prevalecia; e 3- para maiores de 15 anos, onde o ensino de ciências naturais era sobressalente.
As escolas públicas tinham por fim proteger e isolar os filhos dos judeus das doutrinas pagãs. Essa forma de educação se apresentava da seguinte maneira: cada cidade e cada aldeia possuiam escolas, que eram frequentadas pelas crianças judias, tendo como alicerce a religião, isto é, eram escolas religiosas onde a educação familiar era continuada e também se destinavam a preparar as crianças para a vida cívica. As turmas não podiam ter mais de 25 alunos e se tivessem o professor deveria possuir assistentes.
A instrução só começou a ser estimulada por meio do contato com os gregos, romanos e depois com os árabes. Após o século X d. C., quando já estavam em contato com o Ocidente, mostravam-se excelentes tradutores das obras árabes para o latim.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

A Evolução da Educação III, Babilõnia, Fenícios e Pércia

Babilônia

Educação da casa para os templos.
Para os povos babilônicos, que se destacavam entre os povos da Mesopotâmia, a educação era essencialmente doméstica, pois eram os pais que passavam os conhecimentos aos filhos.
Mas quando estavam sob o domínio dos assírios, a cultura babilônica ficou subordinada a eles e, no que se referia à educação, a educação familiar deixou de existir, surgindo as escolas públicas criadas nos templos.




Fenícios

Em Cartago, os meninos aprendiam a leitura, a escrita e a aritimética, concomitante com o manejo das armas, além da religião.
Entre os fenícios prevalecia o princípio do servir, e os conhecimentos relacionavam-se com o comércio e a manufatura. Os fenícios aprenderam muito com outros povos, pois. além de serem navegadores, eram muito aplicados no comércio.




Pérsia

O Estado era responsável pela educação formal.
Na Pérsia, o poder religioso foi se isolando paulatinamente do do poder do estado, gerando consequencoas na educação do povo.
Foi criada uma educação nacional, na qual a criança ficava com a família até os seis anos de idade e depois era protegida pelo estado, ficando como interna em uma escola pública para aprender leitura, escrita, moral e religião. Os professores eram selecionados entre os cidadãos de caráter honesto e com mais de 50 anos.