A educação romana, como na Grécia, começava nos lares e visava à elaboração da consciência moral do indivíduo. Quando o filho completava 15 anos, deveria seguir o pai na vida civil,e as moças ficavam sob a vigilância da mãe, aprendendo as tarefas domésticas.
Como a educação era familiar e comunitária,, a escola possuía papel secundário, visando à consciência moral do indivíduo. Conforme a sociedade se desenvolveu, apareceram as primeiras escolas elementares chamadas "ludi".
Mas quando o Estado foi inventado, houve uma melhora na educação. As escolas se tornaram particulares e ensinavam leitura, escrita e noções de cálculos. Os castigos corporais existiam para impor a disciplina, e a educação física servia para preparar os alunos para a vida de soldado. São geradas duas correntes: uma que visava ao trabalho e outra que visava aos livros, indicando já naquela época uma visão elitista na educação, pois a primeira destinava-se aos filhos de escravos, servos, trabalhadores e artesãos, e a segunda, aos filhos dos senhores e funcionários do Estado.
Quando os romanos conquistaram a Grécia, a cultura e a educação gregas haviam se espalhado pelo mundo. Durante o século II a.C., educadores surgiram e se ampliaram em número, divulgando seu trabalho; já no século II d. C., surgiram as escolas secundárias, as denominadas escolas de gramática, que ensinavam as línguas grega e latina. A matemática e a música também eram ensinadas. A declamação (expressão correta dos sentidos) e a escola de retórica desenvolviam os dotes dos oradores, extremamente valorizados na civilização romana.
Paulatinamente, uma teoria pedagógica foi sendo construída. No império, o Estado começou a administrar as escolas elementares visando aos mais carentes. Nesse período, nem todas as cidades possuíam escolas. Vários educadores se destacaram em Roma, como Sêneca e Quintiliano.
Aeducação durante a época do Cristianismo teve como referência o próprio Cristo, pois ele era o pedagogo ideal e único, ensinando por meio de parábolas e de alegorias.
Em relação à instrução ocidental, a dificuldade dos jovens de frequentar as escolas era constante, mas a maioria dos filósofos encorajava o estudo da literatura e da filosofia e as escolas eram contra a pregação do Evangelho.