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quinta-feira, 5 de setembro de 2013

A Evolução da Educação na Antiguidade II Índia

     A educação indiana difere da educação chinesa em vários aspectos. Existia o sistema de castas, e a leitura hindu tinha cunho filosófico. As castas eram cinco: a dos sacerdotes (brâmanes), classe dos educadores que também fiscalizavam a legislalção; a dos guerreiros e magistrados (xátrias), classe que podia receber educação, mas poucos se beneficiavamdesse privilégio; a dos mercadores ( vaixás), que, como a classe dos xátrias, podiam receber educação; a dos artesãos (sudras) e a dos servos (párias), que não podiam receber instrução.
     A educação era formada sempre de acordo com o trabalho do pai, ocorrendo no seio da familia, exceto para os brâmanes, que estudavam literatura. Os membros dessa casta deviam alcançar alto grau de conhecimento, e os estudos tinham inicio quando a criança completava oito anos; já para a classe dos xátrias, a educação começava aos onze anos, e na classe dos vaixás aos doze.
     A doutrina de Siddarta Gautama começou a ser propagada no século V a.C.  O budismo proporcionou uma nova visão de munod alterando o sistema de castas. Para Buda, era necessário conseguir a paz perfeita por meio do raciocínio, das aspirações espirituais, do bom falar, do comportamento irrepreensível, da vida honesta etc. Ele mesmo instruia cada criança em particular, e os mais adiantados auxiliavam os mais atrasados, empregando-se o ensino mútuo.

A Evolução da Educação na Antiguidade I China

    Desde confúcio, o ensino educacional confunde-se com o ensino ético religioso.

    O sistema de educação chinesa permaneceu o mesmo desde Confúcio (551-478 a.C.) até o começo do século XX. Sua organização é dividida em dois sistemas: o das escolas e dos exames, cujas literaturas baseiam-se nos quatro livros e nos cinco clássicos escritos por Confúvio e seus discíplulos, que apresentam textos que englobam assuntos sociais, políticos e morais.
    O trabalho da escola era alicerçado na memorização dos textos, depois se teciam os muitos comentários acerca deles e´por fim,, decorava-se o material tal como era escrito. A educação chinesa tinha como metodologia a imitação, pois acreditava-se que só a memória era necess´´aria ao aprendizado. O aluno recitava em voz alta todo o texto como estava escrito, não existindo meios de sair das formas rígidas. Por isso a educação chinesa não se alterou por milenios.
    Em quase todas as aldeias existiam as escolas elementares, onde o ensino era realizado desde a manhã até a noite, quase não era interrompido, e também não existiam férias. Os escolares ficavam isolados e não podiam distrair-se com outras funções, muito menos se divertir.
    Nos grandes centros existiam também escolas secundárias e superiores, nas quais os estudantes eram preparados para os exames, em três etapas. Nesses exames os alunos tinham de escrever sobre determinados temas extraídos dos escritos sagrados em verswo ou em prosa.
    O primeiro exame durava um dia, o segundo durava três dias e o terceiro, três dias. O s alunos que não conseguiam passar do primeiro exame tornavam-se mestres nas escolas das aldeias , já os aprovados no segundo exame exerciam cargos de maoir importancia, e quem conseguisse passar  no último exame era admitido na Academia Imperial.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Um passeio na Prainha de Santo Antonio


Estas fotos fazem parte de um ensaio fotográfico realizado durante a disciplina Fotografia, do Centro de Artes da UFES.

Este cenário me traz uma tranquilidade que por um momento esqueço que faço parte de um tumultuado centro urbano.


As pessoas ás vezes se esquecem de olhar à sua volta, e perdem momentos maravilhosos...

Como podemos nos deixar levar pela agitação do dia a dia, o estresse nos enlouquece.

Não sou muito fotogenica.

Mas tinha que dar o ar da graça... afinal faço parte deste processo.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

A Evolução da Escrita

A Evolução da Escrita
A história do homem começou a ser escrita há pelo menos 3.500 anos antes de Cristo, quando a arte de escrever foi propagada pelo Egito.
Os primeiros documentos de que se tem noticia foram achados na cidade Urik, sul da mesopotâmia.
Os estudos tradicionais consideravam o Egito como berço da escrita (entre o 6º e o 1º milênio a.C.) porem hoje esta claro que a escrita suméria é anterior a esse tempo.
O sistema egípcio caracterizava totalmente a língua falada e refletia realidades abstratas e concretas. Era formado por dois tipos de signos pictogramas (desenhos representando coisas) e fonogramas (desenhos representado sons), exemplificando a disposição intuitiva do ser humano de transmitir pensamentos por meio de símbolos. A leitura era feita da esquerda para a direita ou mesmo da direita para a esquerda.
A escrita também caracterizou outras duas formas: a hierática ou sacerdotal ( usada em papiros religiosos) e a demótica (escrita do povo).
Desde esses tempos a escrita sempre procurou representar de forma explicita a expressão do pensamento humano, que sempre fluiu de maneira elementar, simples e objetiva.
O mais interessante das primeiras escritas é que se adaptam a outras línguas: suméria, acadiana, hitita e persa. Dessa forma, essa escrita cuneiforme propagou-se até o sul da Palestina e o norte da Armênia.
A escrita então foi progredindo, os sinais gráficos desenhados foram aos poucos se simplificando e serviam para transcrever sílabas, independentes do sentido do vocabulário – os considerados grupos fônicos.
A partir do século IX apareceu o alfabeto grego com 24 letras, incluindo as vogais, e estendeu-se para a produção e comercio de livros devido as obras filosóficas.
No ano 550 a. C. foi construída a  uma biblioteca publica, e a escrita utilizada nos livros era a letra maiúscula. Desde o século II a. C. até o século VI d.C. generalizou-se individual.
Cada povo exerce sua capacidade de expressão por meio de códigos lingüísticos e representativos aos quais chamamos língua.
Quanto mais dominamos nossa própria língua e nos comunicamos corretamente, maiores são as oportunidades de adquirir cultura, trabalho e interagir no mundo em que vivemos.  

Van Vogh

sábado, 10 de agosto de 2013

O Museu como espaço transformador

"O trabalho com crianças pode contribuir substancialmente para chegarmos ao museu transformador. Este desenvolve na criança o sentido crítico, a inteligência, a capacidade de criatividade, inculcando-lhe o interesse pelo museu de forma natural e incorporada à sua existência cotidiana. (Aurora Leon, 1975 p. 310)

A Arte na Educação Infantil

Que alternativas podem existir para se trabalhar a arte na educação infantil?
O processo de criação parte de um olhar poético, o que faz ambiente, sonhos, serem referência de inspiração artística ou mesmo matéria de produção textual visual. Este olhar poético existe nas, e crianças e pode ser perceptivo, inquiridor, capaz de resignificar objetos e seres, extraindo deles suas riquezas.
Compreender o processo de criação ajuda o arte educador a obter melhores resultados, pesquisar o percurso criativo, o ato criador é tão significativo quanto o resultado final.
Para o arte educador o caminho pode ser traçado a partir de idéias sugeridas pelas crianças ou mesmo do ambiente escolar, uma proposta embasada no contexto a que a criança está inserida onde se lança mão de questões sociais que fazem parte do cotidiano dos alunos são propostas que estimulam o fazer artístico da criança.
Para que o trabalho do arte educador na Educação Infantil seja bem sucedido, é necessário um breve conhecimento das crianças com as quais trabalhará, pois a maioria não tem conhecimento sobre os materiais, fazendo com que o professor precise de uma certa organização, mudando seu projeto e trabalhando a arte através da conversação.
O ato criador da criança deve ser estimulado pelo arte educador através da exposição de obras e de conversas sobre a mesma, mas acima de tudo com atividades visuais, destacando sobretudo forma, cor, ponto e linha, tendo como finalidade desenvolver a percepção visual, coordenação motora e o fazer artístico.
Sendo assim, é notório que matéria de produção textual visual pode estar relacionada à realidade da criança, onde cabe ao arte educador desenvolver uma prática onde seja proporcionado a criança prazer e aprendizado durante a realização da tarefa.

WERICA BARROS